Intercâmbio Colaborativo: como aprender um idioma na viagem sem precisar gastar fortunas com agências

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Intercâmbio Colaborativo: como aprender um idioma na viagem sem precisar gastar fortunas com agências

Amanda Barbosa
Escrito por Amanda Barbosa
4 min de leitura

Viajar através de intercâmbio é a única forma de aprender um novo idioma, certo?

Errado!

Hoje eu vim aqui te contar que existe uma nova forma de aprender um idioma na viagem sem que você precise pagar fortunas para escolas de intercâmbio ou gastar horas do seu precioso tempo preso em uma sala de aula.

Através desse novo formato de viagem, que vem crescendo bastante entre viajantes do mundo todo, você pode ir para para qualquer país que desejar e aprender inglês ou qualquer outra língua gastando 35 vezes menos do que um intercâmbio convencional!

Isso mesmo!

O chamado intercâmbio colaborativo, (work exchange), vem tornando o sonho de viajar o mundo muito mais próximo de pessoas que, até pouco tempo atrás, acreditavam que conhecer outros países era privilégio de poucos!

Antes de entrar mais a fundo no assunto, eu te convido dar uma olhada na tabela abaixo, baseada em cotações reais entre um intercâmbio colaborativo e um intercâmbio convencional, para que você entenda a diferença brutal de valores:

Comparativo entre um intercâmbio convencional e um intercâmbio colaborativo por 3 meses na Califórnia:

Fontes de pesquisa: site CI Intercâmbio e site Workaway.info

Surreal, não? Mas afinal, que raios é esse tal intercâmbio colaborativo?

Nada mais é do que um estilo de viagem onde você troca algumas horas do seu dia realizando alguma atividade simples por hospedagem e, na maioria das vezes, alimentação.

E o fato de você não ter gastos com os itens mais caros de uma viagem, faz com que o custo dela diminua absurdamente!

Mas, o que isso tem a ver com o aprendizado de um novo idioma?

O segredo para aprender ou praticar uma nova língua durante uma viagem é estar imerso na cultura daquele país e praticar a conversação diariamente com pessoas que falam a língua nativa…

…E o intercâmbio colaborativo (work exchange) é uma das, ou se não a melhor maneira de ter acesso a esses recursos em uma viagem!

Estar rodeado de pessoas que nasceram e cresceram naquele país, te possibilita aprender a língua da maneira como ela é realmente usada, muito diferente de uma escola de idiomas, onde todos os outros alunos da sala falam a língua local tão pouco ou menos do que você (sem contar a tentação de se juntar a outros brasileiros).

E digo mais!

A percepção de uma viagem de intercâmbio convencional é completamente diferente da percepção de uma viagem de intercâmbio colaborativo!

Na primeira situação, você vive dias repetidos, passa pelo menos 30 horas da semana na escola fazendo exatamente a mesma coisa, enquanto que durante uma rotina de intercâmbio colaborativo, você tem estímulos e vivências diferentes a todo momento.

Bom, mas como funciona esse tal de intercâmbio colaborativo (work exchange)?

Simples!

Você faz tudo de forma independente, um dos motivos que torna sua viagem muito mais em conta, já que não existem agências ou terceiros intermediando o processo.

E para encontrar oportunidades, basta se inscrever no sites especializados. É lá que os anfitriões publicam o que estão buscando melhorar ou executar em seus projetos/casas/estabelecimentos, e que basicamente se resumem em 3 nichos:

  • Hospitalidade (hostels, barcos/castelos que hospedam pessoas; hotéis; casas de família, etc)
  • Meio ambiente (fazendas, ecovilas, sítios, centros de permacultura, santuário de animais, etc)
  • Trabalhos sociais (ONGs, orfanatos, escolas de crianças menos favorecidas, asilos, trabalho com refugiados, etc)
Os tipos de ajuda nesses três nichos são infinitos: você pode cuidar de tartarugas marinhas, elefantes vítimas de maus tratos, preparar refeições, dar aulas para crianças, organizar festas, fazer videos e fotos, cuidar de hortas…

O seu único comprometimento em um intercâmbio colaborativo é dedicar algumas horas do seu dia – por volta de 4 ou 5 horas, durante 5 a 6 dias na semana – nas atividades que tiver pré-acordado com o seu anfitrião. Depois disso, seu tempo é livre para fazer o que bem entender (passeios, descanso, estudo, etc).

Basicamente, não há necessidade de nenhuma experiência anterior para viajar dessa maneira, salvo algumas exceções que explico em vídeo. Basta encontrar um anfitrião/oportunidade que dê um “match” com a atividade que você está disposto a ajudar, ou que tem mais facilidade em desenvolver, e pé na estrada!

Eu já vivi os 2 lados da moeda: intercâmbio convencional e intercâmbio colaborativo (work exchange) e foram nas viagens de intercâmbio colaborativo que eu vivenciei as minhas melhores experiências na estrada e de quebra, tive uma evolução no inglês infinitamente superior ao intercâmbio convencional!

Já visitei mais de 15 lugares viajando dessa maneira, e essa é a estratégia que utilizo para me manter viajando por mais tempo e aperfeiçoar cada vez mais o meu inglês .

Caso tenha curtido o assunto e ficou curioso para saber mais, eu te convido a assistir uma aula gratuita onde conto:

  • Como e onde encontrar as melhores oportunidades
  • Quais são os melhores sites e qual é o ideal para você
  • Dicas e segredos para você que não tem nenhuma habilidade especiífica ou que não fala nenhuma palavra em outra língua.

Para ter acesso imediato a aula, basta deixar seu melhor email abaixo:

Assista a aula completa agora!

Adoraríamos saber sua opinião!

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